quarta-feira, 27 de maio de 2015

Márcia Maia cobra ações para combater insegurança no RN

Crédito da foto: Eduardo Maia

A falta de segurança foi o tema do pronunciamento da deputada Márcia Maia (PSB) na sessão ordinária da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (27). A parlamentar solicita priorização de recursos e ações dos governos estadual e federal para solucionar a insegurança no Rio Grande do Norte.

“Estamos vivendo assaltos a bares e restaurantes, fuga em massa de penitenciária. A população quer paz e nós estamos aqui para ecoar este sentimento. Precisamos saber o que está sendo feito, qual o planejamento e quais os investimentos previstos para o setor. É preciso que se priorize estas ações”, disse Márcia Maia.

A deputada citou ainda os dados do IBGE, onde o Rio Grande do Norte aparece como um dos estados com a maior taxa de desemprego do Brasil. Segundo ela, essa estatística pode contribuir com a insegurança. “é preciso melhor o aparato policial, mas também investir em políticas sociais”, disse ela. Outro assunto levantado pela deputada Márcia Maia foi a convocação dos 824 concursados da PM, que segundo ela, deveriam estar nas ruas aumentando o efetivo.

Em apartes, outros deputados contribuíram com a discussão. O presidente da Casa, o deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PMDB) elogiou o trabalho realizado pela secretária de Segurança e Defesa Social, Kalina Leite e disse que a população precisa de ações emergenciais, mesmo com a crise financeira que passa o Estado e o País. “O cidadão tem direito à proteção”, afirmou Ezequiel.

Fernando Mineiro (PT), líder do Governo na Assembleia, disse que há uma redução nos índices de criminalidade no Estado, mesmo com a precariedade no Sistema de Segurança. Tomba Farias (PSB) falou que a sensação de insegurança é grande, apesar dos números divulgados pelo deputado Mineiro.

Getúlio Rêgo (DEM) finalizou a discussão pedindo uma reflexão sobre a crise financeira dos estados, que acaba prejudicando serviços essenciais como segurança e saúde. “O Governo corta o orçamento e quem paga a conta é o povo”, concluiu Getúlio.

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