domingo, 15 de maio de 2016

O legado cultural do bando de Lampião. O cangaço de hoje é urbano, com carros, motocicletas, a pé, bicicletas, carroças, com armas de fogo e de brinquedo.

A seguir uma reprodução da página do historiador Rostand Medeiros sobre a publicação “Na trilha do cangaço – o sertão que Lampião pisou”. Confira trechos de A poética geografia do cangaço, em Tok de História:

Foto: reprodução capa livro/divulgação
Na trilha do cangaço – o sertão que Lampião pisou [Vento Leste, 2016, 104 p.] é um encontro único: as elegâncias das fotografias de Márcio Vasconcelos e do texto de Frederico Pernambucano de Mello, a exuberância das paisagens, a grandeza dos personagens e o imenso legado cultural deixado pelo bando liderado por Virgulino Ferreira da Silva.

O maranhense Márcio Vasconcelos embrenha-se na geografia sui generis do Nordeste para refazer os caminhos percorridos por Lampião e seus cangaceiros, da invenção do bando à execução de seu líder, em 1938, na Grota do Angico, em Poço Redondo/SE, ao lado de Maria Bonita e outros nove homens.

Outra grandeza que merece destaque é não quererem tirar conclusões. Muito já foi dito sobre o cangaço e particularmente Lampião é fartamente biografado. “Os cangaceiros não foram heróis nem bandidos. Foram homens que disseram não à situação”, anota Vasconcelos na legenda da foto da Grota do Angico. [Leia mais > Tok de História] 


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 5/15/2016 10:01:00 AM