quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Estado inicia pagamento amanhã, dia 2.

01/09/2016 19h25 - Atualizado em 01/09/2016 19h25

Governo do RN divulga pagamento de servidores; pensionistas ficam de fora

Pagamento começa dia 2 e segue até 17 de setembro.
Governo diz que não sabe quando pensionistas serão pagos.

Do G1 RN
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Governadoria do Rio Grande do Norte (Foto: Rayane Mainara)Governo anunciou calendário de pagamento de servidores nesta quinta-feira (1) (Foto: Rayane Mainara)
O Governo do Rio Grande do Norte divulgou nesta quinta-feira (1º) o calendário de pagamento dos servidores do Estado. O pagamento é feito por faixa salarial sem distinção entre ativos e aposentados. A folha começa a ser paga no dia 2 de setembro com os servidores da Educação e segue até 17 de setembro com ativos e inativos que recebem acima de R$ 5 mil. A data do pagamento dos pensionistas não foi divulgada pelo governo nesta quinta- feira. A assessoria da Secretaria Estadual de Planejamento informou que "o Governo está levantando informações da arrecadação para anunciar os pensionistas".
No dia 6 terão os vencimentos depositados os servidores que recebem até R$ 2 mil. O calendário prossegue dia 8, após o feriado da Independência, com o pagamento creditado na conta daqueles que recebem entre R$ 2.001 até R$ 3 mil. Os servidores que ganham de R$ 3.001 a R$ 4 mil terão os pagamentos efetuados dia 10, quando 84% do funcionalismo já terá recebido os salários. No dia 14 será a vez daqueles que recebem de R$ 4.001,00 até R$ 5 mil. Os servidores que recebem acima de R$ 5 mil receberão os salários dia 17.
Receitas
Os servidores da Administração Indireta que possuem fonte própria de recursos já receberam os salários desde o dia 30 de agosto, quando teve início o pagamento de setembro.
De acordo com a Secretaria Estadual de Planejamento , o Rio Grande do Norte já acumula de janeiro a agosto deste ano uma frustração de receitas de R$ 320.160.390,58, em comparação ao previsto no orçamento de 2016. Levando em conta o mesmo período do ano passado, as receitas efetivas tiveram queda real de 4,3%. As receitas próprias registraram redução de 1%, enquanto as transferências da União tiveram queda de 9,5%.