domingo, 25 de dezembro de 2016

Desde os anos 70 dizem que o "buraco é grande" na Previdência Social, mas nunca taparam ou provaram o buraco.

Comentários no link http://carloscostajornalismo.blogspot.com.br/2016/12/quanto-previdencia-deixou-de-arrecadar.html

Carlos Santos, jornalista.

QUANTO A PREVIDÊNCIA DEIXOU DE ARRECADAR!?

Essa poderia ser a pergunta a ser respondida pelo Governo Federal em vez de informar que a previdência social está quebrada e impor penalidades aos contribuintes e mudar a idade da aposentadoria dos contribuintes!

É muito mais simples prático e desonesto informar que a Previdência Social tem déficit e deixar de informar que deixou de arrecadar trilhões de reais de contribuição, sem falar nas fraudes que nunca terminam,  controles que nunca dão certo e da falta de responsabilidade governamental em tentar receber o que lhe é devido. O REFIS é bom e ruim ao mesmo tempo. Bom porque o contribuinte recebe benefícios. Ruim porque com um pagamento da primeira parcela do REFIS, empresas conseguem retirar certidões negativas e as usam para o que desejam. Depois não pagam mais nada e o Governo  não cobra! 

“DE REFIS EM REFIS VAMOS EMPURRANDO O PROBLEMA COM A BARRIGA”  (http://www.portaltributario.com.br/artigos/de_refis_em_refis.htm) interessante e sério estudo do contabilista Maurício Alvarez da Silva, auditor independente por mais de 15 anos, autor das obras,  “Manuel de Retenção dos Fluxos de Caixa” e Demonstração do Valor Adicionado” e atualmente consultor empresarial em Curitiba,  garante que “benefícios e facilidades para os contribuintes são importantes e serão sempre bem vindos, porém o que incomoda é a forma como isso vem ocorrendo”, se referindo aos estudos para conceder um novo parcelamento especial de débitos tributários federais também perante a Secretaria da Receita Federal  e Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. Com o pagamento de uma primeira parcela, o devedor já consegue receber certidão negativa de nada consta.

O estudo garante desde a criação do primeiro REFIS, surgiram diversos outros “Parlamentos Especiais” e “o que era exceção está virando regra”. Maurício Alvarez da Silva, faz a pergunta que não quer calar:  “tais parlamentos especiais solucionaram o problema?”  Para o autor do estudo, porém, a resposta não seria única, pois “para alguns casos, pode ser positiva e para outros nem tanto” e acrescenta “muitos empreendimentos com dificuldades em honrar pontualmente seus compromissos assim continuarão porque ninguém fabrica dinheiro”! O contador conclui “no final das contas a “bola de neve” vai continuar rolando”. Por isso e outras  coisas  como fraudes em benefícios, isenções concedidas, reformas malucas e corrupção dos servidores, concessão de benefícios irregulares, com médicos rígidos e despreparados para avaliar todo e qualquer tipo de doença na Pericia Médica, na qual deveriam trabalhar no mínimo um especialista para cada área a ser analisada. Contudo, como nada disso existe é mais fácil os parlamentares não muito confiáveis e honestos, por interesses de bancadas ou com voto de líderes, aprovarem o fator previdenciário, as reformas na previdência que nunca terminam e outras coisas mais que prejudicam os aposentados.

O Governo presida informar com clareza quanto a previdência social  deixou de arrecadar das empresas, quanto de dinheiro foi investido em obras que não deram retorno e quanto desviaram de corrupção e fraudes dentro dela. Como não o faz impõe, arrocho aos aposentados do Brasil e garante que a previdência está quebrada, o que não é totalmente verdadeiro. Seria mais seguro, as empresas abrirem cadernetas de poupança aos seus colaboradores, depositarem o dinheiro nelas e, mesmo com pouco rendimento oferece, o trabalhador teria a certeza que não haveria fraudes, desvios, roubos e no final, em caso de demissão ou aposentadoria, teria a certeza que receberia e decidiria o que fazer com o dinheiro:   sacar, gastar ou mantê-lo depositado e só usá-lo em emergências e necessidades.

Chega de hipocrisia e de farsa para prejudicar o aposentado!

Nenhum comentário:

Postar um comentário