quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Morreu Caboré.

18 de janeiro de 2017
Orlando Rangel Rodrigues nascido em Caicó/ RN,  tinha setenta e um anos (71), estudou no GDS, hoje CDS de Caicó.  Foi radialista da Emissora Rural, foi vereador em Caicó, o mais votado na época, era jornalista, escritor juiz classista aposentado pelo TRT/RN.  Era paciente renal. sendo  transplantado e possuía um legado muito grande de amigos em Caico e em Natal. Faleceu na UTI  da PROMATER e seu corpo será  velado no Cemitério Morada da Paz a tarde.
Veio a óbito hoje pela manhã, por voltas das cinco e meia. Deixou viúva Elisa Nóbrega e quatro filhos, Reno Rodrigues, Fabio Nóbrega Rodrigues,  Marielle Rodrigues, a  advogada e OFICIALA DE JUSTICA DO TJRN E THAISE RODRIGUES E AINDA SETE NETOS. Os pais Júlio Rodrigues Barbosa e Rosália Rangel,  irmã de Paizinho Rangel, ele como escritor, lançou cerca de oito ou nove livros em Caicó Natal e Brasília na Colônia caicoense dos meninos de seu Herminio Gomes e demais amigos caicoense residentes em Brasília. Ele foi líder estudantil do Diretório do  antigo GDS (CDS), onde era ex-interno na época de Mons.  Walfredo Gurgel.
Por Miquéas Capuxú



Jornalista formado na UFRN, em Natal, turma de 1979, composta por ele, Luiz Gonzaga Cortez Gomes e Dermi Azevedo, todos com raízes familiares no Seridó. Residiu em Candelária durante vários anos, na av. Prudente de Morais, onde granjeou extenso círculo de amigos e leitores dos jornais Diário de Natal e Tribuna do Norte, onde trabalhou durante vários anos, na década de 80. Caboré fez importantes coberturas e reportagens, destacando-se o caso  o arrombamento do açude de Campo Redondo, em 1981 (/) cujas águas destruíram parte da cidade de Santa Cruz.
Caboré recebeu a notícias em primeira mâo, através da telefonista da Telern de Campo Redonda, e, de imediato, telefonou para a Casa Civil do Palácio Potengi, cujo titular, Iberê Ferreira de Souza, disse que era um trote e desligou.  A telefonista disse que o açude estava prestes a arrombar e avisou o prefeito de Santa Cruz, que tomou providências, evitando uma tragédia. Caboré insistiu, e nada do governo se pronunciar. Depois, recebeu outra ligação da telefonista que informava que o açude tinha arrombado.
Caboré tentou, mas não conseguiu uma de declaração de Iberê.
Não contou conversa e fez a matéria com a telefonista que foi manchete de 1ª página. No dia seguinte, manhã cedo, Caboré já estava em Santa Cruz com o fotografo Moraes Neto, fazendo a cobertura. Deu chou.
Grande Caboré, repórter nato. Siga em paz, amigo e companheiro.
Luiz G. Cortez.

Foto da solenidade de colação de grau da primeira turma de Comunicação Social que fez vestibular na UFRN, em meados de 1979, no Campus da Potilândia. A foto foi feita por João Batista da Silva, assuense, funcionário da Câmara Municipal de Natal, colega de Caboré, falecido em 1994, salvo engano. Na foto, aparecem eu, Caboré, uma professora não identificada e o professor e padre Heitor de Araújo Sales, depois Arcebispo de Natal.
Dermi Azevedo não teria comparecido, mas a turma de jornalismo da UFRN era a menor , pois, dos três concluintes da Turma Alexis Gurgel, apenas dois colaram grau: Luiz Gonzaga Cortez e Orlando Rodrigues. Eu e Dermi não concluíamos o curso em 1978 por faltas registradas pela professora Nadja L. Cardoso e Caboré foi vítima da canetada do professor José Bezerra Marinho.
O patrono da turma foi Berilo Wanderley e o paraninfo, o professor Ticiano Duarte. O jantar da turma foi na casa de Ticiano, no conjunto residencial que existia ao lado de Potilândia.