quinta-feira, 8 de março de 2012

Idéias inteligentes sobre a barafunda do trânsito de Natal.

Trânsito em Natal
Lúcia Almira de Medeiros Chacon, professora da UFRN aposentada e controladora.
geral da PMMacaíba (lucialmira@supercabo.com.br)

               


 

Profa.Lúcia Almira de Medeiros Chacon.

O que estamos presenciando, no dia a dia, no trânsito da cidade de Natal é uma loucura, em todos os sentidos. O congestionamento não se limita mais a determinados horários, conhecidos como “horários de pique”, ele está presente em toda a cidade, a qualquer momento.

              Poderia até ser compreensivo que o crescimento urbano provocasse a exemplo do que acontece com os grandes centros, como São Paulo e outras capitais, essa calamidade instalada. O que vemos, porém, no caso de Natal é diferente, pois se reflete em uma apatia total com o problema, por parte do poder constituído.

              Não existe nenhum tipo de investimento público voltado para a solução ou mesmo para a minimização do problema, como os abordados a seguir:
a)      Projetos de metrôs, de subsolo ou de superfície, que facilitem a locomoção, intermunicipal e/ou interestadual, de pessoas para o trabalho, escola, universidade, passeio etc;
b)      Obras de duplicação de vias, com a diminuição de canteiros e indenização de determinadas áreas;
c)       Novos viadutos ou passagens de nível nos cruzamentos de maiores congestionamentos da cidade;
d)      Mais um acesso para a zona norte, já em preparo para o trânsito que inevitavelmente triplicará com o novo aeroporto;
e)      Trabalho de engenharia de trânsito na sincronização dos sinais, através de sistemas de interligação com tecnologias modernas e avançadas;
f)        Finalmente, de imediato, enquanto nada do que foi relatado se concretize, a utilização dos “amarelinhos” para organizar o trânsito nos grandes cruzamentos das nossas vias em determinados horários.

As 06 (seis) sugestões apresentadas precisam ser adotadas em conjunto, de forma gradativa e sistêmica, se realmente houver interesse político em investimento no crescimento e desenvolvimento urbano desta cidade. Se agora, que não se trata de período de “alta estação”, o trânsito da cidade está vivendo uma desordem generalizada, é de se imaginar como se locomover nesta cidade na copa de 2014, embora com apenas três ou quatro jogos. Serão milhares de turistas nacionais e internacionais aqui instalados, na semana de jogo na cidade.

Toda esta preocupação procede e, como estamos em período eleitoral, uma vez que neste ano teremos eleições para a gestão municipal, é o momento da população começar a se preparar para prestar muita atenção à posição dos candidatos. O difícil será, talvez, distinguir entre o discurso e a provável realização das promessas de campanha.

É claro que o município não terá recurso suficiente para todo o investimento proposto, por isso a gestão estadual também deverá se comprometer, financeiramente, através dos seus orçamentos anuais para a parceria(municipal, estadual e federal) que precisa existir. Mais uma vez cabe à população organizada cobrar a execução das ações pelo poder público constituído, em todos os níveis. O importante de tudo, porém, é que fique bem definida a responsabilidade de cada nível, objetivando, assim, evitar o jogo de empurra-empurra, comum quando se trata de despesa pública.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Livros para o povo. Moradores de Candelária podem entregar no Carrefour.

Campanha “Amigos da Arca” arrecada livros para bibliotecas rurais do RN
Com o objetivo de arrecadar livros para serem doados a bibliotecas rurais do estado, o Governo do RN, através da Secretaria de Estado de Assuntos Fundiários e Apoio à Reforma Agrária (Seara), lançou nesta sexta-feira (02) Campanha de Doação de Livros “Amigos da Arca”. “Em muitas comunidades não chega internet, não chega TV, não chega jornal, mas chega o livro, que é responsável por levar informação ao homem do campo”, afirmou o secretário da Seara, Rodrigo Fernandes, comemorando o fato de a campanha já ter recebido em seu primeiro dia quase 20 mil livros.
Até 2 de abril, a população de Natal e Parnamirim pode doar livros – didáticos, infantis, literários – que estejam em bom estado de conservação. O material será distribuído nas comunidades onde já existe uma Biblioteca Rural e que se encontra com acervo reduzido e ultrapassado, necessitando de livros atualizados e diversificados, ou seja, revitalizando o acervo e dando oportunidades de leitura ao homem do campo e a toda sua família. “Se você tem um livro em casa, traga, porque estará fazendo um bem a pessoas que precisam estudar, a jovens que farão vestibular este ano, por exemplo”, disse o secretário Rodrigo Fernandes.
A iniciativa da campanha “Amigos da Arca” está inserida no Programa Nacional de Bibliotecas Rurais Arca das Letras, do Ministério do Desenvolvimento Agrário. Atualmente, oito dos 10 municípios do Alto Oeste selecionados para integrar o plano RN Sem Miséria fazem parte do programa: Coronel João Pessoa; Doutor Severiano; Encanto; Luis Gomes; Marcelino Vieira; Paraná; Portalegre e Riacho da Cruz. Ao todo, foram implantadas 20 arcas nessas cidades, beneficiando 898 famílias.
Representando a governadora Rosalba Ciarlini durante a solenidade, a secretária de Estado da Educação, Betânia Ramalho, disse que “o livro tem a obrigação de ser bem tratado, já que ele transfere conhecimento”, lembrando que trazia consigo a disposição da Governadora para abraçar essa causa.
Em um ato simbólico, a secretária Betânia Ramalho entregou ao secretário Rodrigo Fernandes um kit contendo livros, que vão se juntar às doações já recebidas pela campanha. “Não há construção da história de um homem, de uma mulher, de um jovem, se ele não tiver a habilidade da leitura”, reforçou a secretária.
A solenidade – que contou ainda com a presença dos secretários de Estado Gilberto Jales (Semarh) e José Airton (Tributação), deputado estadual Hermano Morais, representantes de instituições parceiras, prefeitos dos municípios e comunidades beneficiadas – foi encerrada com a apresentação do Balé de Cultura Popular Governador Mário Covas.
SERVIÇO:
Campanha de Doação de Livros “Amigos da Arca”
Data: de 2 de março a 2 de abril
Local: Natal e Parnamirim
Postos de coleta:
·         Agências do Banco do Nordeste
·         Agências do Banco do Brasil
·         Sede da Petrobras
·         Carrefour
·         Emparn
·         Sebra
·         Idema
·         Fundação José Augusto/Secretaria de Cultura
·         Incra
·         Faern/Senar
·         Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc)
·         Secretaria de Estado da Educação e da Cultura

terça-feira, 6 de março de 2012

Prefeitura orienta usuários de rotatória.

. Na tarde de ontem, moças e rapazes, contratados pela SEMOB, estavam orientando os motoristas com faixas e comunicando aos condutores de veículos a obediência à sinalização, mandando prosseguir ou aguardar para que permitissem a passagem de quem estava dentro da rotatória. Na verdade, o setor de engenharia de trânsito municipal demorou, mas chegou com uma providência boa e segura. Eu, particularmente, hoje, me sinto seguro e tranquilo quando passo naquela artéria de Petropolis. Melhor seria se a Prefeitura de Natal construisse outras passarelas na cidade, principalmente em Candelária. Uma nova sugestão: uma rotatória ou outra providência para melhorar o tráfego na rua Beatriz Ramalho, a partir do seu inicio, em virtude do elevado e confuso tráfego de veículos. Motivo: as pizzarias e lanchonetes da região está atraindo muitos jovens consumidores, principalmente à noite. A SEMOB deveria verificar o problema. Observação: Uma faixa que era exibida na tarde de hoje, 6, merece uma correção:  o certo seria "Na rotatória, a preferência é de quem está girando".

segunda-feira, 5 de março de 2012

Telino, o desportista que ajudou o esporte amador de Candelária.


INESQUECÍVEL »Ex-zagueiro do ABC,Telino participou da excursão à Europa e do tetra em1973


Publicação: 04/03/2012 12:22 Atualização: 04/03/2012 12:38

Hana Dourado, especial para O Poti

 (Carlos Santos/DN/D.A Press)
João Telino da Costa Neto, ou apenas, Telino, foi um dos principais nomes do ABC na década de 70. O quarto zagueiro da equipe alvinegra estava na famosa excursão de 1973 que o clube fez, após ser surpenso pela CBD (Confederação Brasileira de Desporto) por dois anos, devido o uso de jogadores irregulares no campeonato de 1972. Nascido em 16 de março de 1948, ainda com um ano de idade, o ex-atleta foi morar na Paraíba e relembra a infância como algo muito diferente dos dias hoje, marcada pelos jogos de futebol nos terrenos baldios do bairro, com pés descalços e com bola pintada de preto e branco para que se parecesse uma bola oficial.

O futebol era encarado com uma brincadeira, algo sem valor, Telino sofreu muito, apanhou por jogar na infância e revela que seu gosto por futebol acabou naquela época, e que se tornar jogador de futebol foi mais uma das ironias que se pode acontecer na vida. "Ninguém queria saber de futebol, levei muito cascudo e muita surra por causa disso. Meu gosto por futebol foi diminuindo, acabei virando jogador porque tinha habilidade e não porque gostava".

Com 17 anos, o zagueiro entrou na equipe juvenil de um time paraibano e no mesmo ano se tornou profissional, e assim, sua carreira começou a deslanchar. Telino jogou pelo Botafogo da Paraíba, Náutico e, posteriormente, ABC. No período em que jogava pelo Náutico, uma lesão no menisco direito o deixou um ano parado. "Naquela época as coisas eram bem diferentes, a cirurgia deixava qualquer jogador impossibilitado, era preciso abrir todo o joelho pra tratar a lesão, muitos amigos meus deixaram de jogar futebol por causa dessa cirurgia. Eu tive sorte e voltei a jogar."

Ainda jogando pelo Náutico, Telino chegou a ver a Copa de 1970 e toda empolgação que Recife passava por sediar um dos jogos. Segundo ele, essa é uma das melhores coisas que marcaram na época de jogador. Depois disso, numa série de negociações, o zagueiro foi transferido para o ABC e junto com a equipe alvinegra, Telino conquistou o tetracampeonato estadual com o um dos melhores times que o Alvinegro já teve. Alberi, Sabará, Danilo Menezes e Jorge Demolidor são apenas alguns nomes da equipe de estrelas.

Além da conquista do Tetra, o quarto zagueiro também fez parte da equipe que viajou por três continentes, durante 112 dias, em 1973. Enquanto ganhava de algumas seleções africanas, europeias e de times considerados tradicionais, como o Fenerbahce da Turquia, Telino disse que o que mais marcou foi presenciar as quedas de alguns regimes ditatoriais na Europa e ver de perto o Apartheid na Africa do Sul.

Ex-comerciante e ex-jornalista

Poucos anos depois da excursão e da conquista do Tetra, outra lesão no menisco, dessa vez no joelho esquerdo, o fez abandonar os campos. E com apenas 28 anos, Telino mudou totalmente sua vida, se casou, teve três filhas, trabalhou com diversas coisas, desde comerciante, treinador de futebol até jornalista de bairro, esse último considerado especial. O jornal produzido era um trabalho de apoio aos moradores do antigo bairro em que morava. Junto com três amigos criou o jornal Candelária Viva, que tinha como foco, informar, ajudar e até denunciar fatos ligados ao bairro. O jornal teve circulação por dois anos e um exemplar de cada edição é guardado com carinho numa pasta muito bem guardada em sua casa.

A vida de Telino mudou bastante, o futebol se tornou parte do passado. Ainda tentou ser treinador e ensinar aos jovens, mas não deu certo, "os jovens estão sem interesse, não respeitam mais", disse.

Além disso, seu vínculo com o clube que lhe deu grandes méritos quase não existe mais. Apesar de ter sido convidadopelo ABC para participar ativamente do clube, Telino disse que nunca teve interesse de voltar ao clube. Não por falta de carinho ou respeito, mas sim pelo fato do futebol ter deixado de ser uma prioridade em sua vida. "Não acompanho futebol, não sei nada de América, não sei nada de ABC# Eu ainda não conheci o Frasqueirão, sempre me chamam para ir lá, mas eu não posso".

Por fim, o ex-zagueiro, ex-comerciante e ex-jornalista de bairro completa a entrevista dizendo que um dia, quem sabe, possa a voltar ao mundo de futebol ensinando crianças, mas por agora, ele só quer descansar. "Aqui em casa tem um campo de futebol, daqui uns anos talvez eu faça uma escolinha de futebol, mas só no futuro." 

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Nota: Telino, além de manter um jornal impresso em Candelária, foi o grande incentivador do esporte amador no conjunto, sendo responsável por um campo de mini-futebol nas dependências do CONACAN até ao inicio da administração de Victor Vale. Foi indenizado e nunca mais foi visto em Candelária. Grande homem. Parabéns a repórter do Diário de Natal/O POTI, Hana Dourado, pela matéria publicada ontem, 4.

domingo, 4 de março de 2012

Buraco novo na Candelária.


Uma semana antes do carnaval, ele já estava lá. Quem? O buraco novo na rua Raposo Câmara, em frente à rua 31 de Março ( ô nome famigerado!...). Pois bem, ele começou bem pequeno, mas foi crescendo, crescendo, crescendo... E não pára de crescer. Ainda não é um buracão, mas é um perigo para os carros que trafegam naquela artéria, pois é bem no meio da rua, aliás, nos dois sentidos, isto é, para quem vem descendo a rua famigerada ou para quem vem pela rua Raposo Câmara. Finalmente, o buraco fez com que um cavalete da Caern se transformasse numa ruma de paus quebrados. Cá comigo, tenho dúvidas se esse buraco surgiu após uma chuva ou se foi provocado. Mas é uma tarefa para a Prefeitura, através da Secretaria de Obras, acabar com o buraco.
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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Antigamente era bom dirigir em Natal.

EDIFÍCIO-GARAGEM
Públio José – jornalista
Certa ocasião um parente meu, de férias por aqui, comentava sobre a facilidade de se dirigir em Natal. Vivíamos décadas atrás. Morador do Rio de Janeiro, narrava a tortura que era dirigir no Rio e de como era tranqüilo fazê-lo em Natal. O tempo passa e vemos hoje Natal com um sistema viário complicado. Aliás, retiro o dito. Natal é, ao contrário, uma cidade bem traçada, dotada de ruas e avenidas largas, ideais para o escoamento do tráfego de veículos. Seu trânsito ficou atravancado em função de décadas e décadas de omissão dos governos em relação ao crescimento da frota e, por outro lado, pela não realização de obras que preparassem o conjunto viário da cidade para uma demanda que cresce a cada dia. Daí que o atual sistema de ruas e avenidas de Natal está adequado para uma época que já se foi, que já passou. E o novo tampo que chegou encontrou a cidade despreparada, desaparelhada para tal fim.
A estrutura de então, planejada à feição para a frota de Simcas, Gordinis, Dauphines, Aero Willys, Fuscas e assemelhados, via desfilar, pela Natal dos anos sessenta, uma realidade na qual o ritmo de vida era perfeitamente apropriado ao sistema viário da época, com estacionamento em todos os recantos. No centro, por exemplo, a Rio Branco e a João Pessoa eram usadas, sem problemas de engarrafamento, como vias de mão dupla. O que foi feito, então, para adaptá-las à realidade atual? Nada. A não ser transformá-las em mão única, permanecendo-as com o mesmo rosto urbano, o mesmo traçado original. Outra questão interessante envolvendo o assunto em Natal – principalmente no âmbito do poder público – é que nenhuma discussão é levantada, que aponte solução inteligente, viável, descomplicada para os sucessivos engarrafamentos que atingem as várias regiões da cidade.
Há um estéril silêncio como se o natalense estivesse gostando do trânsito que enfrenta diariamente, ou, por outro lado, acomodado, anestesiado, sem forças para protestar contra a omissão das autoridades, sem ao menos exigir delas idéias, por mais simples que sejam, para minorar o problema. Enquanto isso, a frota de veículos aumenta a cada dia. Segundo dados de 2011 do Denatran, Natal conta atualmente com 282.319 veículos, incluídos nessa categoria automóveis, bondes, caminhões, tratores, caminhonetes, micro-ônibus, ônibus, motocicletas, motonetas, com exclusão de bicicletas, lanchas, barcos e carroças de tração animal, embora também contribuam para engarrafamentos. Como se vê, muitos veículos para pouco planejamento! Enquanto mundo a fora o problema faz parte das preocupações rotineiras das populações e autoridades, por aqui o tema passa ao largo incólume, altaneiro.
Soluções inteligentes, criativas, existem e que até dispensam o envolvimento direto do poder público. Uma delas é a construção de edifícios garagem. Opção simples tendo em vista a dificuldade de estacionamento que a frota enfrenta, ficando a rodar um tempo acima do normal à procura de vaga, engarrafando mais ainda o que já está bastante engarrafado. Nesse sentido, cabe ao poder público trazer o assunto à discussão e incentivar a iniciativa privada a investir em edifícios garagem. Essa idéia resolve a questão? Não. Porém, sem onerar os cofres públicos, soluciona um problema gritante que a cidade enfrenta: a falta de espaços para estacionamento, fato que tanto prejudica a fluidez do tráfego. Essa, por sinal, é uma das bandeiras que quero abraçar, como forma de, pelo menos, ver o assunto trazido à luz, já que, por aqui, a discussão com frivolidades rouba tempo aos temas mais caros à cidade.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Avenida perigosa precisa de alterações no trânsito.

Está ficando perigoso o tráfego de veículos na avenida Prudente de Morais, no trecho compreendido entre a praça Sete de Setembro e o cruzamento com a avenida da Integração. Motivo: o tráfego intenso e veloz dos carros que sobem a avenida, após passaram por baixo do semáforo no alto da ladeira, no cruzamento com a rua do Exército (que dá acesso à Semurb e ao Fórum, à direita). No trecho, várias farmácias, restaurantes, padaria, lotérica e bares atraem os passantes, além da Delegacia de Plantão da zona sul, este muito "visitada" diariamente, por motivos óbvios. 
Por isso, há necessidade do setor de engenharia da Prefeitura Municipal estudar alternativas que minimizem os problemas na avenida Prudente de Morais. Há sugestões para uma rotatória no cruzamento com a Av. da Integração, mas há quem seja contra por causa da irregularidade do terreno (desnível). Uma pesquisa sobre os acidentes no trecho supra citado é necessária e urgente para subsidiar a viabilidade técnica de alterações no trânsito de veículos.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Qual o futuro dos prédios de grupos comunitários de Candelária?

Ao fundo, vê-se o tapume verde do canteiro de obras do terreno que se destinava ao usufruto dos moradores de Candelária, tais como praça e quadra de esportes. O espaço, com mais de 3.459 m² , ficou sem manutenção durante mais de 30 anos, sem que nenhum líder comunitário se preocupasse com o equipamento comunitário situado na esquina da rua Barão de Serra Branca com a rua Nossa Senhora de Candelária. Agora observem um detalhe: de longe, você pensa que o tapume está colado com a traseira dos prédios comunitários construídos pelo CONACAN, na gestão do capitão Nilo Caldas. Mas o tapume não está colado e não tem o recuo de l.50m. E o projeto? Cadê o projeto? Qual será o destino desses prédios? Os seus usuários vão continuar suportando a "quentura" ocasionada pelo tapume?
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Entidades comunitárias de Candelária sem segurança.

Esta é a àrea da rua Érico Verissimo, em Candelária, onde estão os prédios de entidades comunitárias-filantrópicas, como os Escoteiros, Alcoólicos Anônimos, Clube de Mães, de Mulheres da Terceira Idade e Espíritas, que foram recentemente isoladas pelo tapume da futura construção das sedes da OAB e PGE. A foto foi feita ante-ontem, 22, às 11h20 e mostra um local deserto, sem vigilância. Era quarta-feira de cinzas. Local sem segurança é local bom para os ladrões, com ou sem carroças. Quem é o responsável, de direito, pela segurança dos prédios comunitários?
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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Uma rótula no Condomínio Bairro Latino.

È urgente a implantação de uma rotatória para o cruzamento da Alameda Marechal Sucupira e Av. Brancas Nuvens, nas proximidades do Colégio Hipócrates, em virtude do intenso tráfego de veículos, não somente nos horários de chegadas e saídas de estudantes, mas durante todo o dia. O local é perigoso e há registros de acidentes. O estacionamento de carros na lateral da estreita rua ocasiona tráfego lento para os ônibus. Há tráfego de veículos pesados, através de carretas transportando carros novos para as lojas, caminhões rumando para o Carrefour, além de camionetas e carroças com tração animal. O setor de engenharia de trânsito da Prefeitura de Natal (há jornalista que acha que inexiste engenharia de trânsito no município) deveria providenciar o levantamento da viabilidade técnica de uma rótula para a Alameda Mal. Sucupira e iniciar a execução no prazo mais breve possível.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

O velho mercado do centro de Natal.

Foto feita por João Maria Cortez Gomes, na manhã do domingo de carnaval de 1967, após o grande incêndio que destruiu o Mercado Público Municipal, localizado no terreno onde hoje é a agência do Banco do Brasil da Cidade Alta, centro de Natal. O incêndio começou no inicio da noite de sábado, por volta das 19 horas, quando este redator estava caminhando na avenida Rio Branco, em direção à antiga Escola Industrial, esaquina com a rua Professor Zuza. O incêndio destruiu totalmente o prédio que abrigava mais de 100 pontos comerciais no seu interior, além de levar a falência diversos comerciantes. A Prefeitura vendeu o terreno ao Banco do Brasil e o comércio em mercados públicos entrou em decadência. Quase quatro anos depois surgiu o primeiro supermercado em Natal, o Nordestão, na avenida Dois, no Alecrim.
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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O maior anel viário de Natal é na BR 101.

 Desconheço o autor desta magnífica fotografia do Viaduto de Ponta Negra, como ficou denominado pelo povo, inaugurado em 1974. Pode ter sido Jaeci ou Nadelson Freire, não sei, mas era esse mesmo o panorama da região com muita vegetação e ar limpo. O asfalto substituiu a pista de Ponta Negra com paralelepípedos. Capim Macio, à direita, era um matagal, com alguns pequenos bares e boates. O conjunto Ponta Negra não existia. Ao fundo, observem o Morro do Careca. Tempos bons. Hoje, é uma das vias mais perigosas de Natal por causa do trânsito caótico. Culpa de quem? De nós, proprietários de carros.E de outros mais, como os administradores que não ampliaram as vias de desafogamentos de tráfegos de veículos. Curtemos a foto.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Mais segurança para o povo. Mais rótulas nos cruzamentos de Natal.

Está na hora da sociedade natalense iniciar os preparativos para o pós-carnaval, no sentido de unir as entidades profissionais, ongs, associações, federações, centrais sindicais, clubes de serviços, partidos políticos, conselhos comunitários, meios de comunicação social, redes sociais, igrejas, governos do estado e da capital para um amplo movimento em defesa da integridade da população. È chegada a hora de todos se unir no combate à delinquência, ao crime organizado, a exploração da prostituição, entre outros crimes que estão infernizando os moradores de Natal e os municípios da Região Metropolitana. Os assassinatos viraram rotinas. Assaltos e roubos de carros, idem. Se formos listar os ítens-problemas atuais, muitas laudas seriam redigidas.
A Governador Rosalba Ciarline ordenou o reforço do policiamento da capital. Muito bem. Esperamos que o policiamento permaneça reforçado e continue após o carnaval, diuturnamente, sem trégua aos criminosos em geral, principalmente aos traficantes de drogas que estão minando a sociedade civil. A Prefeita Micarla de Souza, através do novo chefe da casa civil da Prefeitura, delegado Heráclito Noé, um profissional competente e ágil, anunciou a implantação de uma rede de câmeras nas principais avenidas, ruas, becos e praças de todo Natal, em parceria com o Governo do Estado. Será uma inovação na administração municipal de Natal que trará resultados positivos. O conjunto Candelária, na zona sul, poderia ser a primeira área a ser implantada a rede de câmeras anunciada pela Prefeitura. Lutemos para isso e torçamos para que dê certo.
No tocante ao trânsito, é necessário ampliar o número de rótulas nos pontos críticos de Natal, além da renovação da sinalização horizontal e vertical em todas as ruas e avenidas de todas as zonas da capital. Parabéns para o setor de engenharia de trânsito municipal (STTU, hoje Semob) que implantou a rótula da rua Potengi, cruzamento com a Av. Floriano Peixoto, que deu um melhor ordenamento ao tráfego de veículos numa área que era um ponto crítico. Mas aguardemos que virão críticas e campanha para acabar com as rótulas de tráfego. A rótula da Rua Seridó, próxima ao Colégio Atheneu, está dando certo, mas há quem ache que ela não é solução, pois a área está sujeita a inundações nos períodos chuvosos. Então, peçamos que a CAERN desobstrua as "bocas de lobos" para que as águas escoem. Esse problema é antigo. Nos anos 70 do século passado, eu vi empoçamentos naquele local, isto é, há mais de 40 anos o problema existe na frente da Confeitaria Atheneu. O problema é insolúvel? Com a palavra os engenheiros de trânsito do município.
Foto de uma colisão de carro com motocicleta, ocorrida em abril de 2011, no cruzamento da rua Potengi com a Rua Floriano Peixoto, Petropólis. No centro do cruzamento, a Prefeitura fez uma rótula e sinalizou a área com o objetivo de diminuir os acidentes. Foto de Luiz Cortez.

Últimas: na tarde de ontem, 16, e manhã de hoje, 17, o policiamento estava e está bom. Que continue assim. Na tarde de ontem, vi viaturas da PM no centro da cidade até Candelária, via avenida Prudente de Morais, em marcha lenta. Eram três viaturas, a partir da esquina da rua Felipe Camarão, onde nasci e me criei, até o antigo estádio Machadão. Se fosse assim no horário noturno, Natal ficaria igual a Paris. Mas não ficar parecida. Polícia tem que ter movimento e abordagens, nem que sejam aleatórias, por amostragens. Sem abordagens, é desperdício de combustível, no mínimo. E mais: fazer um percurso em marcha lenta dá a impressão de que está seguindo alguém ou algum veículo. Estou certo ou errado? 
Pela primeira vez, às 7h15m de hoje, na Alameda Mal. Sucupira, entre o Vila Morena e o colégio Hipócrates-Zona Sul, vi uma viatura da Polícia Civil parada, com um motorista-policial lendo um jornal. Que continue assim, isto é, durante todo o ano letivo.