quarta-feira, 19 de setembro de 2012

PM/RN dá dicas para evitar assaltos.


A Polícia Militar do Rio Grande do Norte divulgou ontem através do seu perfil no Twitter , algumas dicas de segurança no trânsito. Confira abaixo:

- O motorista deve andar sempre com o vidro fechado, principalmente nas paradas. As janelas abertas facilitam a retirada de objetos de dentro do veículo, muitas vezes sem que o condutor perceba.

- Não pare para auxiliar outros motoristas em lugares isolados. Caso perceba que houve algum acidente ou falha mecânica, vá diretamente procurar ajuda em uma delegacia ou posto policial.

- Não pare em lugares isolados por qualquer batida. Elas podem ter sido provocadas por bandidos que esperam sua parada para agir. A dica vale também para objetos colocados na pista que possam furar os pneus ou quebrar os vidros.

- Tente seguir o máximo possível até um posto de combustível ou outro lugar com maior movimento.

- Não deixe objetos como pacotes, mochilas e bolsas sobre os bancos. Os ladrões costumam roubar essas coisas quebrando os vidros. Prefira deixar os volumes dentro do porta-malas.

- Ao passar por lombadas ou valetas, veja se não há ninguém suspeito esperando sua diminuição de marcha.

- Também fique a uma distância segura do veículo a frente para, caso ele pare para te fechar, você consiga desviar e seguir em frente.

- Fique sempre de olho na aproximação de outras pessoas. Um motorista atento repele o bandido.

- Ao estacionar, veja se não tem nenhum suspeito por perto. Caso haja, dê mais uma volta ou procure uma vaga em um lugar mais movimentado.


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Delegado de São Paulo do Potengi vai investigar agressões contra jornalista

Publicação: 17 de Setembro de 2012 às 15:14
Tribuna do Norte -Natal

O delegado Otacílio Medeiros, da 1ª Delegacia Regional de São Paulo do Potengi será o responsável pelas investigações do caso de agressão sofrida pelo jornalista Roberto Guedes. Ele foi designado para o caso pelo delegado geral da Polícia Civil, Fábio Rogério Silva.

Roberto Guedes sofreu um atentado violento na noite do último sábado (15) em Caiçara do Rio dos Ventos. De acordo com o jornalista, ele estava em seu carro quando foi cercado por desafetos políticos, que passaram a realizar agressões verbais e, em seguida, jogaram  uma pedra em Guedes, que teve o braço atingido.
O jornalista foi internado e passou por uma cirurgia no braço. O caso foi registrado na Delegacia de Plantão da Zona Sul, em Natal

Sindicato solidário a jornalista agredido.

Marcar com estrela
  Natal, 16.09.2012.
A direção do Sindjorn se reuniu para divulgar nota de repúdio em solidariedade ao jornalista potiguar Roberto Guedes, violentamente agredido neste final de semana:
 
NOTA DE REPÚDIO
 
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte (Sindjorn) repudia toda e qualquer forma de violência principalmente gerada como forma de intimidar jornalistas no exercício da profissão. É inadmissível que nos dias atuais pessoas não aceitem opiniões diferentes e achem que com violência poderão cercear a liberdade de expressão.
 
O Sindjorn se solidariza com o jornalista Roberto Guedes que sofreu um atentado nesse sábado, 15 de setembro. Segundo seu relato, em represália a críticas políticas que teria feito no município de Caiçara do Rio dos Ventos. É preciso que o fato seja apurado e que todas as medidas cabíveis sejam tomadas, seja por parte da polícia como também da Justiça. Não podemos admitir que coisas desse tipo tornem nosso estado um dos mais perigosos para o exercício da profissão de jornalista, profissão essencial para o exercício pleno da democracia e cidadania.
 
Por fim nos colocamos à disposição para acompanhar e cobrar das autoridades competentes uma solução para o caso, bem como prestamos total apoio ao jornalista agredido.
 
A Diretoria


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 9/16/2012 05:47:00 PM

domingo, 16 de setembro de 2012

Garibaldi sobre Carlos Eduardo Alves: "Ele é muito moço".




Entrevista do ministro da Previdência Social, senador Garibaldi Filho (PMDB-RN), ao jornal O Poti/Diário de Natal, edição deste domingo (16). Aos jornalistas Edilson Braga e Juliska Azevedo, Garibaldi confessa que hoje se sente mais realizado como ministro do que como senador. A entrevista começa com Garibaldi comentando os últimos acontecimentos na política local, na disputa pela prefeitura de Natal, ocasião em que o ministro também revela que não gostou nada de ter sido chamado de velho pelo primo candidato.
 
E mais adiante, perguntado quais as qualidades que ele vê em Carlos Eduardo, Garibaldi responde, no seu melhor estilo: “Ele também tem suas qualidades. Ninguém vai negar. Ele tem uma que eu invejo. Ele é muito moço. Não é velho”. [confira aqui a entrevista na íntegra]


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 9/16/2012 08:16:00 AM

"De Longe e de Perto" será lançado no dia 27.

de longe e de perto convite 130912.jpg

Roberto Guedes leva uma pedrada no braço.


Tribuna do Norte -Natal

Natal, 16 de Setembro de 2012 | Atualizado às 17:37

Jornalista é vítima de atentado político no interior do Estado

Publicação: 16 de Setembro de 2012 às 11:50




O jornalista Roberto Guedes, 60 anos, está internado em Natal após ser vítima de agressão na noite desse sábado (15), no município de Caiçara do Rio dos Ventos. Ele teve o veículo cercado por um grupo de pessoas ligadas politicamente ao ex-prefeito Felipe Elói Muller e a dois vereadores candidatos nesta eleição. Os agressores apedrejaram o veículo da vítima e uma dessas pedras quebrou o braço de Roberto Guedes.
Valdir Julião/CelularO jornalista Roberto Guedes sofreu um atentado em Caiçara do Rio dos Ventos
O jornalista Roberto Guedes sofreu um atentado em Caiçara do Rio dos Ventos

O jornalista vinha sofrendo ameaças há alguns dias, inclusive de morte, por publicar notícias e comentários que contrariavam a candidatura do filho do ex-prefeito, Felipe Muller (PP). Em entrevista esta manhã ao jornalista Valdir Julião [Tribuna do Norte], relatou o episódio e os momentos de tensão. Ele passou por uma cirurgia exploratória, no braço, mas deve se submeter a mais um procedimento reparador neste domingo (16).

Na versão apresentada pelo jornalista, houve duas situações de agressão. A primeira em um posto de combustível, onde foi abordado por correlegionários do ex-prefeito e vereadores, que cercaram seu veículo, insultando-o e intimidando. A agressão física ocorreu quando Roberto Guedes estava em frente à residência dele, onde mais uma vez foi cercado.

O grupo arremessou uma pedra de 25 centímetros de diâmetro contra o jornalista, que estava dentro do veículo. O retrovisor, a volante, e o braço de Roberto foram atingidos. Temendo pelo pior, decidiu sair em disparada para escapar das agressões, e nesse momento atropelou um dos algozes, sem gravidade. "Jogaram um líquido amarelo no parabrisa do meu carro - não sei se era cerveja - que prejudicou minha visão no momento que tentei fugir das agressões", justificou Roberto.

Roberto Guedes foi perseguido pelos agressores em outros veículos através da rodovia federal BR 304, em direção a Natal. Quando aproximou-se à barreira da Polícia Rodoviária Federal, naquele município, foi obrigado a entrar numa contramão para ter acesso ao posto policial. Um patrulheiro, segundo ele, já estava com arma em punho para abordagem porque recebera denúncia de que Roberto havia atropelado uma pessoa e fugido sem prestar socorro.

O grupo que vinha em perseguição ao jornalista passou pela barreira fixa da PRF. Roberto Guedes prestou queixa na delegacia de Plantão da Zona Sul de Natal na noite desse sábado (15). As ameaças recebidas dias antes do episódio de ontem fizeram o jornalista procurar a promotora da Comarca que atende ao município de Caiçara do Rio dos Ventos, Juliana Alcoforado.

Logo após a agressão, tentou prestar queixa na delegacia da cidade por volta das 20h30, mas não conseguiu porque o efetivo foi destacado ao policiamento de rua face à mobilização política naquele horário.

INQUÉRITO

O inquérito criminal sobre o atentado de que foi vítima o jornalista Roberto Guedes da Fonseca, 60 anos, será aberto na Delegacia de Caiçara do Rio dos Ventos, a 102 km de Natal, na região do Potengi. Mas, a vítima registrou Boletim de Ocorrência (BO) na Delegacia de Plantão da Zona Sul, diante do delegado Custódio Arrais Neto.

Roberto Guedes declarou na DP Zona Sul, em Candelária, na presença dos seus advogados Lúcio de Oliveira Silva e Marcos Martins Duarte, que antes das agressões sofridas por partidários do ex-prefeito Felinto Eloi Muller, estava caminhando para a Igreja Católica local, onde havia pedido a celebração de uma missa "pela pacificação" política no município.

Antes de se deslocar à Igreja, viu que precisava reabastecer a caminhonete Ford/Ranger JPW-8911 em que estava e, antes do posto de combustível fechar, por volta das 20:15 foi para o Posto Frei Damião, ocasião em  que avistou várias pessoas em volta de seus veículos, e com o som em volume exagerado, tocando jingles de campanha do candidato a prefeito "Felipinho", filho do ex-prefeito de Caiçara do Rio dos Ventos.

Segundo o jornalista, essas pessoas, "fingindo amizade", chamaram-no para que fosse até eles, mas, se dirigindo-ao local, passou a ser agredido verbalmente, para depois jogar contra o veículo em que estava latas de cerveja, paus, pedras e amassar o carro com barra de ferros.

Do posto de combustível, Guedes declarou à Polícia, que conseguiu se desviar das pessoas que o agrediam e, sem sair de dentro da Ranger, seguiu até a rua onde reside, mas uns 200 metros antes, viu que tinham montado um piquete. Ao desacelerar o carro, para enganar os agressores, voltou a acelerar e passou pela barreira, momento em foi jogado contra a caminhonete uma pedra de 25 centímetros de diâmetro, que ela afirmou ser a prova de que sofreu um atentado e que não avançou e nem atropelou ninguém deliberadamente, como quiseram alegar para a Polícia.

Guedes explicou, no leito hospitalar em que se encontra, que o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Jota Souto, o qual estava sozinho quando chegou pedindo socorro, viu que, ao abrir a porta do veículo, caiu no chão a pedra que se encontrava entre a perna dele e a porta do motorista.

SINDICATO

O diretor de Formação Política do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do  Norte, Rudson Pinheiro, disse que a instituição "só tem a lamentar que nos dias de hoje um jornalista ainda sofra atentando por emitir a sua opinião, seja que ela qual for".

Como o episódio ocorreu num fim de semana, Rudson Pinheiro afirmou que a direção do Sindjorn se reuniu para tomar uma posição oficial sobre o fato, que, segundo ele, "só demonstra que a democracia no país precisa ser aprimorada", porque uma pessoa não pode sofrer ameaças só por expor sua opinião.

"Agora é esperar que as autoridades policiais investiguem o caso, para chegar aos mandantes e apurar o que de fato ocorreu, porque quem fez isso precisa ser, evidentemente, punido". 

A nota do sindicato pode ser lida integralmente a seguir:

Nota de repúdio

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte repudia toda e qualquer forma de violência principalmente gerada como forma de intimidar jornalistas no exercício da profissão. É inadmissível que nos dias atuais pessoas não aceitem opiniões diferentes e achem que com violência poderão cercear a liberdade de expressão.

O Sindjorn se solidariza com o jornalista Roberto Guedes que sofreu um atentado nesse sábado, 15 de setembro. Segundo seu relato, em represália a críticas políticas que teria feito no município de Caiçara do Rio dos Ventos. É preciso que o fato seja apurado e que todas as medidas cabíveis sejam tomadas, seja por parte da polícia como também da Justiça. Não podemos admitir que coisas desse tipo tornem nosso estado um dos mais perigosos para o exercício da profissão de jornalista, profissão essencial para o exercício pleno da democracia e cidadania.

Por fim nos colocamos à disposição para acompanhar e cobrar das autoridades competentes uma solução para o caso, bem como prestamos total apoio ao jornalista agredido.

A Diretoria




Alterado às 13h27.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012


Três aniversários
Adriano Benayon – 11.09.2012
I - 24 de agosto de 1954
Este aniversário é o da deposição do presidente Getúlio Vargas, programada e dirigida pelos serviços secretos estadunidense e britânico.
2. A quadra histórica era decisiva. O  Brasil – desde sempre dotado de colossais recursos naturais – havia, a partir de 1930, acelerado o processo de substituição de importações industriais, graças a três fatores principais:
a) a falta de divisas, advinda da crise financeira e econômica mundial, com a queda da demanda por café e outros produtos primários;
b) a tensão entre potências mundiais de 1933 a 1939, e daí a 1945 a Segunda Guerra Mundial;
c) a Revolução de outubro de 1930 e os posteriores eventos políticos no Brasil até à primeira deposição de Getúlio Vargas, em 29.10.1945.
3. Os dois primeiros fatores são as condições de crise e oportunidade. O terceiro é o papel das instituições políticas  geradas em resposta à crise, as quais transformaram a estrutura econômica no sentido de reduzir a dependência da exportação de matérias-primas. Além disso, Vargas mandou proceder à auditoria da dívida e liquidou os títulos no mercado secundário, com grande desconto.
4. Ele se manteve na chefia do governo durante aqueles 15 anos, conquanto de novembro de 1937 a 1945 dependesse das Forças Armadas, a fonte de poder instituidora do Estado Novo.
5. Por terem as políticas de Getúlio Vargas desagradado as potências anglo-americanas, era questão de tempo ele ser apeado da presidência,  terminada a Guerra Mundial (maio de 1945),
6. Durante a Guerra,  Vargas teve de colaborar com essas potências, as quais, não mais precisando dele, teleguiaram  a oligarquia local, políticos, mídia e chefes militares para depor o “ditador”, sob o pretexto de que queria ficar no poder.
7. Isso não tinha cabimento, porque Vargas convocara eleições e se dispunha a passar a presidência ao eleito. O golpe de 1945 foi só vingança e tentativa de humilhar o líder trabalhista.
8.  Por ocasião do golpe de 1937, os chefes militares, movidos pelo anticomunismo, estavam divididos entre simpatizantes do imperialismo anglo-americano e partidários das potências nazi-fascistas.  Assim, Vargas pôde atuar como fiel da balança e no interesse nacional
9. Os militares nacionalistas não ocupavam posições que lhes habilitassem a  imprimir rumos diferentes, em 1937, e menos ainda em 1945, quando os de tendência fascista convergiram com os admiradores das potências anglo-americanas.
10. Eleito em 1945, o Marechal  Dutra (1946-1950), mentor do golpe de 1937, reprimiu os comunistas, converteu-se mais que à “democracia” , à abertura irrestrita às políticas do agrado de Washington.
11. Entretanto,  Vargas ganhara  a simpatia dos trabalhadores, elegeu-se senador por vários Estados, e voltou à presidência em 1951, por grande maioria popular. Criou a Petrobrás e deu  passos para a fundação da Eletrobrás. Apoiou os excelentes projetos de sua assessoria econômica e cuidou de deter as abusivas remessas de lucros ao exterior das transnacionais.
12. Se prosseguissem as realizações de Vargas,  o Brasil teria chances de se desenvolver,  e esse foi o móvel do golpe de agosto de 1954, organizado pelas potências imperiais.
13. Os agentes externos postos por esse golpe  na direção da política econômica instituíram enormes subsídios em favor dos investimentos  das transnacionais, que operavam em muitos mercados no exterior, cada um de dimensões muito maiores que o brasileiro.
14. Em vez de proteger as indústrias de capital nacional para viabilizar competirem com as transnacionais, aquelas sofreram discriminação,  com os imensos subsídios que só podiam ser utilizados pelas corporações estrangeiras.
15. Eleito para o quinquênio 1956-1960, Juscelino manteve esses subsídios e estabeleceu facilidades adicionais para as empresas estrangeiras. Implantadas no País, estas transferem ao exterior, de diversas maneiras, os enormes lucros obtidos no mercado brasileiro, causando déficits no Balanço de Pagamentos. 
16. Primeira cena dessa tragicomédia: eleito, antes de tomar posse, JK viajou ao exterior para atrair investimentos estrangeiros, com notórios entreguistas na comitiva.  Segunda cena: sai JK, entra Jânio Quadros, e este envia ao exterior missão chefiada por Roberto Campos para rolar dívidas externas vencidas, contratadas durante o governo de JK.
17. Depois do conturbado período entre a renúncia de Jânio e o golpe de 1964, derrubando Goulart, o primeiro governo militar, a pretexto de fazer face à alta da inflação e à crise externa, adotou, sob a direção de Roberto Campos, políticas fiscal, monetária e de crédito restritivas, eliminando grande número de empresas nacionais.
18. As lições econômicas disso tudo são importantes, como também as lições políticas. Entre elas avulta esta: prevalece sobre a Constituição escrita  a regra constitucional, não-escrita, de que os governos em regime “democrático” só concluem seus mandatos, se se curvarem às pressões das potências imperiais.
19. Vargas e João Goulart realizaram políticas que visavam a gerar maior autonomia econômica para o País, embora fizessem concessões ao poder imperial.
20. Diferentemente, Dutra cedera aos interesses das potências estrangeiras, e JK deu-lhes plena satisfação no essencial: a abertura aos investimentos estrangeiros, escancarada pela outorga de privilégios que permitiram as transnacionais, a médio prazo, assenhorear-se do mercado brasileiro.
21. Até a proteção tarifária e não-tarifária aos bens duráveis produzidos no Brasil significou uma vantagem a mais às multinacionais, ampliada, quando, em 1969-1970, Delfim Neto estabeleceu vultosos subsídios para a exportação de manufaturados, entre os quais créditos fiscais no valor do imposto de importação dos bens de capital e dos insumos.
22. Os governos militares de 1967 a 1978 tentaram redinamizar a economia sem alterar o modelo dependente, nem garantir espaço às empresas nacionais em face da então já dominante ocupação do mercado pelas transnacionais. O resultado disso nos leva a outro aniversário.
II - Agosto/setembro de 1982
23. Em 16.08.1982, o México declarou moratória.  Em seguida, o setembro negro, em que os gestores da política econômica brasileira, sob o espectro da inadimplência, imploraram aos  banqueiros internacionais refinanciar as dívidas.
24. A crise de 1982 foi muito maior a de 1961, gerada pelas políticas de 1954 a 1960. A causa essencial de ambas foi a mesma: a ocupação dos mercados pelas transnacionais, intensificada de 1964 a 1982.
25. JK recebeu a dívida externa de US$ 1,4 bilhão em 1955. Ao sair, deixou US$ 3,5 bilhões. Em 1964 ela fechou com US$ 3,1 bilhões, pulando para US$ 43,5 bilhões, em 1978, e para US$ 70,2 bilhões em 1982, tendo-se avolumado ainda mais pela elevação das taxas de juros e comissões, em 1979, além da composição desses encargos arbitrários.
26. As altas taxas de crescimento do PIB de 1967 a 1978 foram pagas pelo povo brasileiro, não só com a queda do PIB, de 1980 a 1984, e a estagnação nas duas décadas perdidas (anos 80 e 90). Em 1984, o Brasil transferiu para o exterior 6,24% do PIB e mais 5,54% em 1985.
27. Mas o dano maior - e irreversível sob as presentes instituições - é a  deterioração estrutural.   Essa prossegue até hoje e se caracteriza pela infra-estrutura deficiente e pela produção  quase totalmente desnacionalizada, inclusive através das privatizações de 1990 a 2002.
28. Há um processo cumulativo em que a desnacionalização faz crescer a dívida, e esta é usada como pretexto para desnacionalizar mais. Tudo isso faz prever novas e piores crises, em que cresce a desindustrialização.
29. As débâcles, como a de 1982, ilustram a mentalidade servil diante dos “conselhos” e pressões imperiais, pois o Estado brasileiro curvou-se às imposições dos credores, aceitando a integralidade de dívidas questionáveis, depois de tê-las alimentado, subsidiando a ocupação estrangeira da economia e inviabilizando a tecnologia nacional.
30. “O Globo” veicula a desculpa de Delfim Neto, de que  o colapso de 1982 decorreu da elevação dos preços do petróleo.  Isso não procede: a Argentina não importava petróleo, e o México era grande exportador. O denominador comum das maiores economias latino-americanas é o modelo dependente.
31.  Nos anos 70, a Petrobrás já substituía razoável quantidade de petróleo importado, e as importações eram pequena fração das de Alemanha, Japão, França.
32. O primeiro choque do petróleo deu-se em 1973. Daí a 1982 são nove anos. Tempo suficiente para medidas na estrutura produtiva, com resultados em seis anos, antes, portanto, do segundo choque do petróleo em 1979.
33. Tecnologia não faltava para substituir as importações de petróleo. O Brasil havia adotado, durante a Segunda Guerra Mundial,  uma solução que funcionou muito bem: o gasogênio, para mover  os veículos, com equipamentos que usavam carvão mineral do Sul, carvão e óleos vegetais. Foi abandonado após a Guerra, mas poderia ter sido retomado em 1973.
34.  Geisel apoiou Severo Gomes e Bautista Vidal, no Programa do Álcool. Mas este não prosseguiu na forma planejada, nem se avançou  nos Óleos Vegetais, que oferecem ao Brasil grande campo – até hoje inaproveitado – para produzir excelentes óleos e fabricar motores próprios para eles.
35. O dendê, na Amazônia e no Sul da Bahia, pode render mais de 6 mil litros hectare/ano.  Para produzir quase tanto como a Arábia Saudita, ou seja, mais de cinco vezes o consumo brasileiro da época, bastaria plantar dendê em 60 milhões de hectares, ou seja, 12% da Amazônia Legal, associado a culturas alimentares.   Em outras regiões a macaúba dá 4 mil litros ha/ano.
36. Essas opções são mil vezes melhores para a ecologia que extrair madeira para exportar, enquanto as ONGs vinculadas ao poder mundial fazem demagogia a respeito do desmatamento da Amazônia.
37. O óxido de carbono só é absorvido pelas plantas quando crescem. A Amazônia, com a floresta estável, não é pulmão do mundo. Esse papel cabe aos oceanos, que as petroleiras mundiais poluem de modo brutal.
38. É fácil e praticado, há muito, na Alemanha, produzir kits para adaptar motores ao uso de óleo vegetal. Melhor seria, mas o sistema de poder nunca o permitiu - produzir motores para esse óleo, o verdadeiro diesel. Biodiesel é um dos golpes do sistema para impedir o desenvolvimento dessas tecnologias, bem como as da química dos óleos vegetais e da alcoolquímica.
39. A deterioração das contas externas no final dos anos 70 serviu de gazua para a penetração do Banco Mundial no Programa do Álcool, desvirtuando-o, pois foi desvinculado da produção alimentar e tocado no  sistema de plantations e mega-usinas, hoje, na maior parte, desnacionalizadas.
40. Moral: se houvesse autonomia política, coragem e discernimento, ter-se-ia aproveitado o choque do petróleo para desenvolver produções agrárias e industriais com tecnologia própria e adequada aos recursos naturais. Resultaria em prosperidade social incalculável com a energia renovável, além de esse padrão de desenvolvimento autônomo estender-se a outros setores.
41. Em suma, o mega-entreguismo de Collor e FHC não teria sido possível sem as políticas inauguradas em 1954 e continuadas de 1956 a 1960 e de 1964 até hoje. Por que? Porque essas políticas engendraram a relação de forças econômica e política determinante das desastrosas eleições daqueles dois.
III - Sete de setembro de 1822
Está, pois, claro que o povo brasileiro precisa de real independência e que esta não existe. Não merece crédito o argumento de que há autonomia política, embora falte a econômica, porquanto uma não é possível sem a outra. Não se confunda a independência formal com a real.

* - Adriano Benayon é doutor em economia e autor de Globalização versus Desenvolvimento.


quarta-feira, 12 de setembro de 2012


Pe. Zezinho faz show em favor de Mosteiro
 

Foto: José Bezerra
A Arquidiocese de Natal promoverá um show com o Pe. Zezinho, dia 23 deste mês, às 16 horas, no antigo estádio de futebol Juvenal Lamartine, em Natal, com o tema: "Melhores Filhos, Melhores Pais". A senha custará R$ 20,00. Estarão à venda nas paróquias da Arquidiocese de Natal e nos livrarias Paulinas e Paulus, de Natal.
 
A renda será toda doada para as obras do Mosteiro Nossa Senhora do Sorriso, das Carmelitas Descalças. Atualmente, o Mosteiro está em fase de construção, nas proximidades do cemitério Morada da Paz, ao lado da BR 101.
 
As irmãs estão numa sede provisória, numa casa no terreno da Casa do Clero, em Emaús, desde que foi constituído o Mosteiro, com o nome de Nossa Senhora do Sorriso, pelo então arcebispo Dom Matias Patrício de Macêdo. [Site Arquidiocese]
 

Seqüestro relâmpago em Candelária.


Oficiala de Justiça do TRT sofre sequestro relâmpago
 
A oficiala de justiça do Tribunal Regional do Trabalho, Rejane Carvalho Bezerra, foi vítima de um sequestro relâmpago na manhã desta terça-feira (11) no bairro de Candelária. A oficiala havia estacionado o carro, um corolla, na Avenida do Sol em frente a uma residência onde iria entregar uma intimação da justiça e quando se aproximava da calçada para tocar a campainha foi abordada por dois homens que a colocaram dentro do carro e fugiram do local.
 
A profissional foi deixada momentos depois nas proximidades da Ceasa. Os homens levaram a bolsa com todos os documentos, objetos pessoais e o celular e disseram que iriam usar o carro “para fazer um negócio ali”.
Neste momento a oficiala está prestando queixa na Deprov.
 
Para a categoria o fato é preocupante porque, coincidentemente ou não, este é o terceiro caso de assalto a servidores públicos do Poder Judiciário Federal desde que o salário passou a ser divulgado para toda a sociedade. Nota encaminhada pela Assessoria de Imprensa do Sintrajurn. [por Paulo Tarcísio Cavalcanti em sua página nesta terça-feira]


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 9/11/2012 09:02:00 PM

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

È de Hênio Bezerra a foto premiada no concurso fotográfico.

Foto de Hênio Bezerra, o pôr do sol no Potengi, conhecido como rio, mas como uma bacia para geógrafos. Para muitos, uma fossa a céu aberto. Mas é uma foto muito bonita (por cima ). Concurso da Associação Potiguar de Fotografia.

domingo, 9 de setembro de 2012

Amigo a gente reconhece.


Por Jomar Morais*
Jornalista ▶ jomar.morais@supercabo.com.br
 
Dizem que amigos a gente escolhe. Não acredito nisso. Imaginar que podemos determinar nossos amigos é tirar a amizade da categoria dos sentimentos, é excluí-la do reino misterioso e imprevisível do coração para transformá-la em mais uma habilidade utilitária, dessas que se aprende em seminários de relações humanas e cursos de etiqueta. Nesse caso, penso, já nem teríamos a amizade em si mesma, mas uma moeda de troca num jogo de interesses que justificaria a frase amarga de Machado de Assis: “Não é amigo aquele que alardeia a amizade: é traficante; a amizade sente-se, não se diz”.
 
É a vida quem escolhe nossos amigos, colocando-os à espreita nas esquinas e becos em que trafegamos. À luz do dia ou na escuridão da noite, lá estão eles, ágeis em nos seduzir com o brilho de um olhar, um sorriso ingênuo, um afago, uma tirada inteligente, um desabafo, uma ação generosa ou qualquer outro pequeno ou grande gesto que nos toca a alma, tornando-nos vivos e amorosos. Eu assinaria embaixo do que disse o poeta Vinícius de Moraes: “A gente não faz amigos, reconhece-os”.
 
Dizem que os amigos se revelam nas horas difíceis quando, oprimidos, buscamos um ombro para chorar e compartilhar o que ninguém quer ouvir. Pode ser. Confúcio já dizia que para conhecermos os nossos amigos é necessário passar pelo sucesso e pelo infortúnio, pois no sucesso verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade deles. Mas, com toda a consideração ao sábio chinês, entendo que, se soubermos distinguir os amigos dos bajuladores, perceberemos que a amizade maior mostra sua cara principalmente nos momentos em que o êxito e a alegria nos fazem menos dependentes, nivelando as relações e o respeito. Um grande amigo é um coração despido de avareza e inveja.
 
Amigo, quase sempre, é jóia rara. Mas, ao contrário do senso comum que guia os que acumulam ouro, uma coisa assim, tão preciosa, é para ser dividida e multiplicada ao invés de a aprisionarmos no cofre de um coração avaro. Como forasteiros, amigos chegam e se vão, deixando marcas positivas em nossas vidas. Seria ingratidão, prendê-los a nós, impedindo o seu vôo de gaivota livre.
 
É assim, nesse estado de espírito saudoso e bem-aventurado, que hoje eu e os companheiros do Sapiens nos despedimos de Luis Fernando Ruegger Ribeiro, o forasteiro paulista que há nove anos nos conquistou suave e definitivamente. Aqui ele deixa suas marcas como médico homeopata, terapeuta e, sobretudo, amigo que sabe partilhar e ajudar com a discrição e a sinceridade das almas nobres. Gratidão! Muita gratidão!
 
Vá voar, amigo. Não faz mal. Os que permanecemos no velho ponto de encontro iremos concordar com o poeta Vinícius: “A amizade, além de contagiosa, é totalmente incurável”.
 
*Texto publicado no NOVLO JORNAL e na página do jornalista na internet


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 9/09/2012 10:13:00 AM

Mulheres botam os peitos prá fora.


Em Brasília, ativistas seminuas protestaram contra a exploração sexual.
Foto: recorte capa do Novo Jornal
 
Foto: Edilson Rodrigues/BC/D.A.Press


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 9/08/2012 03:24:00 PM
Manifestantes que protestavam contra a crise na rede pública de saúde acabaram entrando em choque com policiais. Em Brasília, ativistas seminuas protestaram contra a exploração sexual.
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Nota: se essa moda pega para valer, vão acontecer "protestos" similares até nas cidades do interior do Nordeste.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Opinião

O desfile militar fomenta a cultura da guerra
Flávio Rezende
escritorflaviorezende@gmail.com

Não preciso utilizar muitas linhas deste artigo que tem espaço limitado para afirmar que existem influências diversas na vida de todos nós. A propaganda que induz a compra, a alegre narrativa de um jovem sobre uma viagem alucinógena que conduz ao uso de drogas e até o discurso inflamado de alguém que influencia em decisões várias.

Concluída esta introdução convoco meus leitores a uma reflexão acerca da parada militar do dia 7 de setembro. Ela acontece como parte das comemorações por nossa independência de Portugal, a partir de 1822. Neste dia, milhões de brasileiros saem de suas casas com seus filhos para presenciar o desfile de soldados, armas, voos de aviões, numa sequência de armamentos diversos que revelam ao povo brasileiro e seu poderio militar.

Imagine você uma criança, ao lado dos seus pais e/ou amigos, vendo in loco ou pela TV todo aquele arsenal, com a presença das mais altas autoridades civis como a presidenta, ministros, governadores, prefeitos, deputados, senadores, padres, bispos e vereadores, certamente esta criança vai pensar que armas, guerras etc., são coisas absolutamente normais, introduzindo desde cedo em suas mentes, à aceitação da cultura da guerra.

Pode parecer um pensamento simplista, descabido, mas é assim que a cultura da guerra vai se instalando em nossas vidas. Observe o tratamento que é dado aos ditos heróis das guerras e aos pacifistas no sistema tradicional de ensino. Todas as guerras são narradas e seus personagens destacados, trabalhos são feitos, peças de teatro incentivadas. O que acontece com os pacifistas? Pergunte a seu filho quem são os pacifistas, se ele conhece algo sobre Iara Lee, Chico Mendes, Dom Helder Câmara, John Lennon, Steve Biko, Madre Teresa de Calcutá, Francisco de Assis, Martin Luther King Jr, Jeff Halper, Jesus Cristo, Sathya Sai Baba, Élie Ducommun, Théodore Monod, Gandhi, João Paulo II, Desmond Tutu, Albert Sshweitzer, Mikhail Gorbachev, Henry Thoreau?

Claro que alguns são destacados, mais pelas questões políticas, religiosas e/ou culturais, que pela militância pacifista, mas, nas escolas os guerreiros tem ibope, tais como, Marechal Deodoro da Fonseca, Duque de Caxias, Almirante Barroso, Almirante Tamandaré, Winston Churchill, Charles de Gaulle e, hoje, os heróis dos filmes, dos fanzines e dos livros diversos.

A cultura da guerra, que torna a violência aceitável e até banal para todos nós, ganha espaço até em nosso linguajar. Quando vamos dizer para alguém que estamos tentando conseguir algo, o que dizemos? Estou batalhando por um novo emprego. Estou lutando para conseguir um ingresso para o jogo de domingo. Essa cultura do confronto é incentivada nos colégios por causa da competição para o vestibular, não se fala em ética, se fala em meter bronca e conseguir a vaga, subliminarmente levam nossos jovens para o confronto com os demais.

Alguns antropólogos afirmam que isso está na raiz de nossa raça, que é natural esse instinto guerreiro, até necessário. Enquanto uns defendem esse ponto de vista, seres, que em minha opinião, alcançaram os mais altos degraus de nossa espécie, dizem o contrário, que o certo é a cultura da paz, que devemos investir na ajuda mutua, caminhar juntos, até oferecer a outra face diante da agressão.

Tenho procurado direcionar meu trabalho jornalístico, literário e social para o lado dos pacifistas, acredito que devemos influenciar a sociedade de maneira positiva, acredito que o desfile do 7 de setembro devia ser dos civis com representação dos militares dentro do conjunto e desarmados, como seria isso?

Um desfile com médicos, estudantes, advogados, artistas, cada categoria faria sua comemoração da maneira que achasse correta, protestando, elogiando, com faixas, cartazes, malabarismos e, no meio, pois fazem parte da sociedade, os militares, mas sem armas, para que as crianças não fiquem achando que é normal empunhar armas, o normal é uma sociedade desarmada, é isso que precisamos difundir, que somos seres nus, não precisamos de armas, desse instrumento que nos separa, que nos extingue, mas, como as armas são reais, tudo bem, que fiquem guardadas neste evento, para uso em outro momento, não nesse, avalizado por autoridades, com a presença das famílias.

Vamos então atrair toda a sociedade para o desfile cívico do 7 de setembro, fazer dele uma festa brasileira e não um desfile militar que passa para as crianças que usar armas é normal, que todos aprovam, inculcando no fundo de suas mentes, já tão cedo, uma cultura que, no fim, só ajuda a nos tornar cada vez menos, humanos.


* Flávio Rezende é escritor, jornalista e ativista social em Natal.
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terça-feira, 4 de setembro de 2012


Tribuna do Norte - Últimas de Eliana Lima.

04 de setembro de 2012 às 08:45

Morre o segundo policial baleado por bandidos; um morreu em confronto

Publicado em Polícia
O agente civil Antônio Neto, 48 anos, baleado por bandidos na noite desta segunda (3), não resistiu ao ferimento e morreu às 7h45 desta terça.
Levou tiro de fuzil da cabeça, perdeu massa encefálica. Sua cirurgia terminou por volta das quatro horas da manhã de hoje.
Ele e o colega Jovanês Borges, 39 anos, que morreu ontem, foram pegos numa emboscada por bandidos que perseguiam para resgatar uma caminhonete roubada, que estava com rastreador.
Um bandido foi baleado por policiais civis que estavam em outro carro. Foi encontrado e preso, no matagal na Taborda, Parnamirim próximo a São José de Mipibu, no início desta manhã.
Neto era irmão do coronel da PM Wellington Alves e, tempo de serviço cumprido, preparava-se para a aposentadoria.
O bandido ferido no tórax também morreu, em confronto com a polícia durante as buscas. Identificado como Marcos Amador, vejam que ironia, era fugitivo da penitenciária de Alcaçuz.
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Bandido envolvido em homicídio de policial é morto

Publicação: 04 de Setembro de 2012 às 08:36
Tribuna do Norte.

Um dos bandidos envolvido no homicídio do policial civil Jovanês de Oliveira Borges, de 39 anos, foi morto na manhã desta terça-feira (4) em confronto com policiais civis e militares. A troca de tiros ocorreu próximo a São José de Mipibu, região onde, na noite de ontem, os policiais civis Jovanês de Oliveira e Antônio Pereira Neto foram alvo de disparos de armas longas por parte de criminosos. Jovanês foi morto ainda no local e Antônio Pereira foi levado ao pronto-socorro Clóvis Sarinho, onde deu entrada em estado gravíssimo.

De acordo com o delegado-geral de Polícia Civil, Fábio Rogéro Silva, o bandido morto no confronto foi identificado como Marcos Amador. Ele seria fugitivo da penitenciária de Alcaçuz e foi morto em área rural próximo a São José de Mipibu, depois de trocar tiros com policiais. Não há a confirmação se o criminoso chegou a ser socorrido.

A ação dos bandidos ocorreu na noite de ontem, quando ocorreu uma busca para resgatar uma caminhonete com rastreador roubada em Natal. Policiais civis e militares se dividiram no matagal em busca dos bandidos, já próximo a São José de Mipibu. Após confirmarem a localização do carro com a utilização, os policiais civis constataram que o local estava seguro e os policiais militares que davam apoio deixaram o local. Em seguida, porém, os civis foram surpreendidos pelos criminosos em outra caminhonete. os bandidos efetuaram disparos com armas de grosso calibre.

Ao ouvir os disparos, outro carro da Deprov (Delegacia Especializada na Defesa da Propriedade de Veículos e Cargas) se aproximou e policiais trocaram tiros com os bandidos, que fugiram. Os dois carros com policiais militares estavam em outros pontos, na divisão de buscas, e retornaram ao ponto. Os bandidos abandonaram a outra caminhonete e foram encontrados coletes à prova de bala, uma metralhadora 9 milímetros e camisas da Polícia Federal.

Durante a troca de tiros, um dos bandidos foi ferido no tórax e preso ao amanhecer, escondido no matagal. Não há a confirmação se foi ele que morreu nesta manhã. Já o policial Antõnio Neto pass apor cirurgia no Walfredo Gurgel.

Policiais civis e militares seguem em busca dos criminosos na região.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012


MP recomenda à Degepol providências para impedir atuação de "araques de polícia"

Tribuna do Norte - Natal/RN. 
Publicação: 03 de Setembro de 2012 às 14:47
O Ministério Público do Rio Grande do Norte, por intermédio da 19ª Promotoria de Justiça da Comarca de Natal, encaminhou recomendação ao Delegado-Geral de Polícia Civil (DEGEPOL), Fábio Rogério Silva, para que adote providências necessárias com o objetivo de impedir o desempenho de atividades de policiais civis por quaisquer pessoas estranhas aos quadros funcionais da Polícia Civil no Estado, vulgarmente conhecidos por "calças-pretas" ou "araques de polícia".

O 19º Promotor de Justiça da Comarca de Natal, Wendell Beetoven Ribeiro Agra - com atribuições em investigações criminais e controle externo da atividade policial - instaurou em março passado inquérito civil para apurar o possível exercício irregular de atividades próprias de agentes e escrivães de Polícia Civil por pessoas estranhas ao quadro funcional da Instituição, requisitou informações para saber se particulares ou servidores de outros órgãos estavam trabalhando em unidades de Polícia Civil e encaminhou a Recomendação na última sexta-feira (31).

O representante do MP pede que o titular da Degepol faça a expedição de ato administrativo específico com divulgação em todas as unidades da Civil no Estado proibindo todos os policiais civis de cometerem ou delegarem atividades próprias a indivíduos conhecidos como "informantes", "alcaguetes", "calças-pretas" ou "araques de polícia", não permitindo que acompanhem, como coadjuvantes, diligências policiais ou, de qualquer forma, tenham acesso às áreas restritas aos servidores de repartições policiais.

No documento, o MP recomenda também determinação para que os delegados responsáveis por unidades da Polícia Civil se abstenham de solicitar ou aceitar a cessão de servidores ou empregados de outros órgãos, devendo qualquer procedimento de cessão tramitar exclusivamente perante a Degepol ou Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed).

O representante do MP também recomenda que a Polícia Civil, através de ato administrativo, discipline o trabalho de servidores cedidos por outros órgãos, cujas atribuições deverão se restringir a atividades burocráticas, proibindo, ainda, que esse pessoal conduza viaturas caracterizadas, portem armas ou algemas ou utilize vestes ou acessórios que possa dar a falsa impressão de que se trata de um policial civil.

Por fim, Wendell Bethoven Ribeiro Agra alerta para que através de procedimento investigatório adequado apure qualquer conduta que tenha conhecimento e que, em tese, caracterize o crime de usurpação de função pública ou as contravenções penais de simulação da qualidade de funcionário.

* Com informações do MP/RN

domingo, 2 de setembro de 2012

Ex-encontro de ex-alunos da E.I.N. terá aniversário de Laércio Alegria.

O ex-inspetor de alunos da antiga Escola Industrial de Natal, Laércio Severiano, também conhecido por "Seu Alegria", comemorará os seus 80 anos durante o próximo encontro de ex-alunos da EIN, Escola Técnica Federal do RN e do IFET, que ocorrerá no dia 15, no clube dos funcionários da Petrobrás - ASPETRO, na avenida Airton Sena, no bairro Cidade Verde, Parnamirim. Sr. Laércio, "o home do exérçu", é  produtor de garrafadas e lambedores naturais para gripe, refriaqdo, tosse e uma variada gama de enfermidades de homens e mulhares. Nafoto, vemos sr. Laércio (à esquerda), atendendo Anchieta, o mais assíduo freguês da Feira Ecológica do Campus da UFRN, em Natal. Há mais de dois anos que Anchieta compra uma garrafada afrodísiaca que superou todos os energéticos do mercado nacional, pois levanta tudo, é mais poderoso do que macaco hidráulico. Anchieta, semanalmente, vai à feira do Campus e faz questão de gastar 50 reais com os produtos naturais feito pelo sr. Laércio, autodidata e portador de certificados da Universidade da Paraíba, onde fez cursos. Sr. Laércio era conhecido por "Topogigio", nos anos sessenta.
Livro - O livro do professor aposentado Janilson Oliveira está em fase de edição, mas não está confirmado o seu lançamento no dia 15. O livro trata de memórias de um ex-aluno e ex-professor da Escola Industrial e Escola Técnica Federal, tratadas com muito humor e realismo.

 A foto abaixo é de 1966, na quadra da antiga Escola Industrial, na avenida  Rio Branco, Cidade Alta, Natal. Alfredo do Nascimento, senador e ex-ministro, é o quinto agachado ( da esq. p/direita). Ao cnedtro, com camisa listrada, está o ex-deputado Osvaldo Garcia, ao lado de Antonio, José Vanildo da Silva (vide FNF) , José Carlos Morais, hoje médico e outro aluno não identificado.
José Anchieta de Oliveira é o segundo ao fundo da foto, da esquerda para a direita.Ao lado de Anchieta, estão Francisco, José Hilton, Paulo Bororó e outros cujos nomes não me lembro. O magrinho da frente, sentado na quadra, é Gutembergue Carneiro, natural de Natal e residente em Carnaubais, é dentista.Com a mão direita no queixo, é Luiz Carlos, o popular "Lulaflu", professor aposentado do Colégio Agrícola de Jundiaí, Macaíba/RN.

 Foto cedida por Manuel Geraldo de Vasconcelos, engenheiro.