A moradora Asterlúcia Tinoco quer uma faxina em Candelária que, segundo ela, virou uma favela a céu aberto, onde os marginais estão tomando conta das praças e praticando atentados ao pudor, com a prática de sexo, ingestão de cachaça, surubas diversas. Ela disse que os assaltos e arrombamentos são constantes. "Isto aqui não é preocupante, mas apavorante", afirma Asterlúcia, sogra de Suzele, vítima de assalto à mão armada nas proximidades deste ponto de vendas de pães e bolachas, às 14 horas da penúltima sexta-feira de março passado, na frente de várias pessoas. "Suzele sacou um cheque de R$ 5 mil, na agência do HSBC da avenida Prudente de Morais e seguiu para a sua casa, em Candelária. Quando chegou perto da Banco dos Aposentados, ela notou que seria assaltada porque viu o homem que estava ao seu lado na fila do HSBC. O que ela fez? Parou o carro, correu e jogou a bolsa em cima do telhado da banca e tentou correr. O padrão do carro e outro numa motocicleta chegaram armados de revólveres. Como ela não tinha a bolsa, um deles rumou para a banca , recebeu "pézinho" do outro ladrão, subiu no telhado e trouxe a bolsa. Em seguida, alguns moradores gritaram "pega ladrão!" e fugiram. O da moto mostrou a bolsa e deu o dedo para o pessoal e sumiram na moto e o carro. Até hoje não temos paradeiro do dinheiro do saque do cheque, do dinheiro dela, uma máquina fotográfica e todos os seus documentos. Prejuízo de quase 6 mil reais", disse Asterlúcia. Ela disse que o gerente da agência do HSBC não fornece cópia da gravação das imagens.
Indagada se os moradores de ruas não estariam em conluios com os assaltantes, tendo em vista que são constantes e com resultados positivos para os bandidos, que não erram uma ação criminosa, ela respondeu: "Eu não tenho provas, mas Candelária precisa de uma faxina urgente com essa cambada de marginais que estão fazendo muitas coisas na praça vizinha à igreja católica daqui. Tudo de ruim, desde sexo campal, bebedeiras e outras coisas". Foto feita às 12 horas de hoje, 02.04.2012. Detalhe desse caso: os homens que testemunharam o assalto não fizeram nada, nem o cambista de jogo de bicho, nem Zequinha, ajudante da oficina de tevê, ninguém ligou para 190, segundo informações colhidas no Bar de Neco, a maior central de informações de Candelária ( e de fofocas, também).
Indagada se os moradores de ruas não estariam em conluios com os assaltantes, tendo em vista que são constantes e com resultados positivos para os bandidos, que não erram uma ação criminosa, ela respondeu: "Eu não tenho provas, mas Candelária precisa de uma faxina urgente com essa cambada de marginais que estão fazendo muitas coisas na praça vizinha à igreja católica daqui. Tudo de ruim, desde sexo campal, bebedeiras e outras coisas". Foto feita às 12 horas de hoje, 02.04.2012. Detalhe desse caso: os homens que testemunharam o assalto não fizeram nada, nem o cambista de jogo de bicho, nem Zequinha, ajudante da oficina de tevê, ninguém ligou para 190, segundo informações colhidas no Bar de Neco, a maior central de informações de Candelária ( e de fofocas, também).

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