Eu estava lendo a edição nº 02, Ano 08, fevereiro de 1995, da revista "Super Interessante", e chamou a minha atenção para a reportagem de capa, cujo título é "Este Robô Quer a Mamãe". A matéria trata do robô Coq, um robô feito "para aprender tudo aos poucos, como um bebê". O robô foi feito para aprender, mas não para executar nada, fazer nada, nem ajudar em cirurgias hospitalares ou entrar com bola de futebol em campo. Este robô tem mais de 17 anos, portanto, não é do tipo que o cientista paulista Miguel Nicolelis, do Centro Internacional de Neurociências, com sede em Candelária, está pesquisando e/ou testando para dar o chute inicial da Copa do Mundo de 1914, no Estádio de Lagoa Nova, vulgo Arena das Dunas. Ou será no Maracanã? O modelo é da empresa Pacific Northwest para testar roupas espaciais, conforme informava a revista da Editora Abril em fevereiro de 1995 que, na época, adiantava que o projeto estava com orçamento de 10 milhões de dólares. Coq foi desenvolvido por Lynn Stein para ser concluído em 10 anos (estimativa). O detalhe da pequena bola no "pé direito do robô Coq,mostrado na foto, fez-me a a indagar o seguinte: será que o dr. Nicolelis está desenvolvendo um projeto "cria" do robô da dra. Liynn Stein? Não sei, só o pai da "criança", digo do "bebê", é que poderia responder. Vamos aguardar o final da pesquisa e a montagem do robô brasiloeiro que vai dar um chute na bola de futebol, no 1º dia da Copa 2014. Tomara que o robô não erre o chute e caia no gramado.

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