O que dois jornais de Natal informaram ontem e hoje sobre a principal ocorrência policial.
Outras Faces: Polícia Civil prende último integrante da quadrilha no final da tarde de hoje
Jornal de Hoje.
Data: 28 agosto 2012 - Hora: 18:01 - Por: Portal JH
Segundo o titular da Delegacia Especializada em Capturas (Decap), Ben- Hur de Medeiros, o papel de Cegonha na organização criminosa era “apontar as empresas para o financiamento dos veículos e também para a passagem dos cartões de crédito falsos”, conta.
Ainda segundo o delegado, Arikson “Cegonha” era o único integrante que permanecia solto, já que no dia em que ocorreu a operação ele estaria viajando.
Ao todo foram presos oito indivíduos acusados de fraudar cartões de crédito em nome de pessoas mortas, e aplicar golpes em empresas e instituições financeiras. Dentre elas estava o empresário dono da Yoki Alimentos, Marcos Kitano Matsunaga, 41 anos, assassinado pela esposa no dia 19 de maio, em São Paulo.
O delegado revela também que “a prisão de Arikson ocorre no momento em que todos os mandados de prisão temporária foram convertidos em prisão preventiva”, finaliza Medeiros.
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NOVO JORNAL / NATAL, QUARTA-FEIRA, 29 DE AGOSTO DE 2012 ▶ CIDADES ◀
O salão de beleza Show Hair,investigado na Operação Outras Faces da Polícia Civil, esteve funcionando normalmente ontem. As investigações apontaram o estabelecimento e outras duas empresas como sendo de “fachada” com o real intuito de aplicar golpes em instituições fi nanceiras e fornecedores.
No fi nal da manhã, a reportagem do NOVO JORNAL esteve no local no bairro de Candelária.Lá, ninguém se apresentou como responsável pelo salão. Uma mulher era atendida e funcionários, que
não quiseram revelar a identidade, forneceram algumas informações. Uma mulher com farda do salão
rebateu as informações de que ali funcionava uma empresa de fachada. “Aqui todo mundo trabalha
de carteira assinada. Não existe isso de fachada que foi falado pelas reportagens”,
disse. Outro funcionário também se manifestou. “O salão está funcionando aqui há mais de
um ano. Sobre as investigações, não podemos falar nada até porque não sabemos de muita coisa”, afirmou. A proprietária da empresa, Andréa Paula Padilha da Silva, foi presa
pela polícia na sexta-feira passada por força de mandado de prisão temporária. De acordo com a investigação, cartões de créditos fraudados
eram utilizados para forjar compras no salão e gerar lucro para
os supostos criminosos. A polícia chegou a identifi car uma compra no valor de R$ 25 mil no cartão de uma pessoa que já havia morrido.
Além do salão de beleza, a polícia apontou outro dois estabelecimentos
que seriam utilizados pelos supostos criminosos para aplicar
golpes. No Pitimbu, na Zona Sul de Natal, funcionava a Distribuidora Almeida. Na segunda-feira passada, a sócia da distribuidora e do
salão de beleza, Andrelly Almeida, disse que as empresas permanecerão funcionando normalmente.
Andrelly negou que o líder da suposta quadrilha preso na semana
passada, Clóvis Alberto Almeida de Araújo, tivesse algum vínculo com os estabelecimentos. “Clóvis
não tem nenhum vínculo conosco, nem com a distribuidora, porque se tivesse, com certeza já
estaria fechada”, disse.
No fi nal da manhã, a reportagem do NOVO JORNAL esteve no local no bairro de Candelária.Lá, ninguém se apresentou como responsável pelo salão. Uma mulher era atendida e funcionários, que
não quiseram revelar a identidade, forneceram algumas informações. Uma mulher com farda do salão
rebateu as informações de que ali funcionava uma empresa de fachada. “Aqui todo mundo trabalha
de carteira assinada. Não existe isso de fachada que foi falado pelas reportagens”,
disse. Outro funcionário também se manifestou. “O salão está funcionando aqui há mais de
um ano. Sobre as investigações, não podemos falar nada até porque não sabemos de muita coisa”, afirmou. A proprietária da empresa, Andréa Paula Padilha da Silva, foi presa
pela polícia na sexta-feira passada por força de mandado de prisão temporária. De acordo com a investigação, cartões de créditos fraudados
eram utilizados para forjar compras no salão e gerar lucro para
os supostos criminosos. A polícia chegou a identifi car uma compra no valor de R$ 25 mil no cartão de uma pessoa que já havia morrido.
Além do salão de beleza, a polícia apontou outro dois estabelecimentos
que seriam utilizados pelos supostos criminosos para aplicar
golpes. No Pitimbu, na Zona Sul de Natal, funcionava a Distribuidora Almeida. Na segunda-feira passada, a sócia da distribuidora e do
salão de beleza, Andrelly Almeida, disse que as empresas permanecerão funcionando normalmente.
Andrelly negou que o líder da suposta quadrilha preso na semana
passada, Clóvis Alberto Almeida de Araújo, tivesse algum vínculo com os estabelecimentos. “Clóvis
não tem nenhum vínculo conosco, nem com a distribuidora, porque se tivesse, com certeza já
estaria fechada”, disse.
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